
Sabes, amor?!
(Pausa)
A… A vida. A vida vai…
Deixar de ser… De ser sempre andando.
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Estou no centro da cidade, amor
Nesta flâmula luzente de chamas
Lutarei cego contra o que nos cegou
Dando a nós o desuso de mim
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Arde a catacumba metropolitana, amor
Apaziguando a nossa alma em destroços
E nas artérias do nosso subsolo
Impor-se-á a nossa vontade de viver
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Da sobrecarga de preocupações, amor
Na inércia do despotismo em nós
Solto as correntes para nos socorrer
Pois que sabes que; pois que sabes que…
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A… A vida. A vida vai…
Deixar de ser… De ser sempre andando.
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Enquanto os relógios se esbatem no chão
E as moedas e notas se esvaem no ar
São apenas os estados de alma que ouves
Neste desejo que é a sede de sermos nós
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Da sobrecarga de preocupações, amor
Na inércia do despotismo em nós
Solto as correntes para nos socorrer
Pois que sabes que; pois que sabes que…
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A… A vida. A vida vai…
Deixar de ser… De ser sempre andando.
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Ficas a saber, meu amor…
2007 - Letra para os (ler) Rapazes da Forja / (ouvir) Myspace: Rapazes da Forja
eh lá! isto é que é novidade!!
ResponderEliminare publicidade blogal, com som a jazz... gostei!
Viva os sons da cidade e do amor. Um abraço amigo.
ResponderEliminarobrigada pela dica, desconhecia...
ResponderEliminarSabes amor? Tenho saudades tuas!
ResponderEliminar(ah, cada vez tenho mais certeza que és um talento desperdiçado. é tão linda esta letra)