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Mensagens

Vá, não façam isso senão comem com uma musculada invasão bélica e ainda morrem por aí mais umas 35 mil criaturas!

É com a gasolina que se queimam bandeiras!

Ando seriamente preocupado com a estupidez no mundo. Em Portugal, vejo muita e a toda a hora - sobretudo após a eleição do FILHO-DA-PUTA-DO-SALAZAR que, e não tenhamos dúvidas nem contemplações provinvianas e panasquices pró-"sodomizantes", foi esse cabrão que nos roubou, pelo menos, 20 anos de progresso! Porém, fiquei boquiaberto ao ver o último programa da Oprah - o que posso eu fazer se a minha dama curta a gaja!? - ao mirar hoje (ou melhor, ontem) a temática Tribune. Observei a entrevista de um polémico jornalista republicano que, para meu pasmo que não foi assim tanto, esteve ali a defender que o Bush tinha errado, mas que se tratava de um bom homem. Falou-se do Iraque e nenhuma vez no Petróleo. Houve uns quantos ataques à Europa e sentiu-se, meus caros amigos alienados, a atmosfera carregada que se vive nos EUA - são todos uns broncos que ainda não passaram da adolescência mental e continuam com borbulhas no frontespício por es…

Conversas entre mim.

Jorge: Não sei qual a nossa relação, enfim...
Zorze: Perdeste a carteira ou então queimaste todos os fósforos.

"Sinto a garganta seca. Resquícios do arremesso da cabeça até à mossa do estuque. Seca-me as cordas vocais para te receber. Não te preocupes, pois poupo-te desses esgares desconcertantes e gamo-te a força de outrora. Provavelmente morrerás quanto amputar a pouco carinho que sinto por ti nos últimos dias – primeiro os dedos e por fim o golpe de misericórdia. A nossa relação feliz(!)/infeliz(?) é uma sucessão de encontros sob o pretexto de companhia. Um café, um cigarro, a conta e até um dia, não é, amigo?”

Zorze: Gostei de te ver.
Jorge: Também. Depois ligo-te…

Cabrões dos cartões e mais os bancos que os pariram!

Aparece-me no outro dia, aquando de uma visita rápida ao Amoreiras, um rapaz a interromper um raciocínio absolutamente brilhante e estimulante que estava a ter com um amigo. Isto, porque o cabrão do imberbe de fatinho com gravata e cara de "sou mais esperto que tu porque estudei na Católica" vinha com o intuito de me vender uma merda de um cartão de banco. Assim:

- Já conhece as vantagens do nosso cart…

Nuns decibéis bem acima dos permitidos por lei, gritei-lhe:

- Não! O que quero é que me desapareça já da frente!

Sei que não devia ter gritado com o rapaz-cara-de-parvo, mas não acho normal este tipo de abordagem. Não sei como este tipo de “caça” pode ser permitida por lei? Será que um gajo já não pode conversar em paz com um amigo num Centro Comercial sem levar com uma puta de uma melga de um banco? Caralho mais os bancos e os cartões e os visas e os cheques e as vantagens e os créditos e... olha, foda-se!!!

Obrigado RTP por este belo balde de merda que cagaste!

“Não é um circo, mas sim uma casa de putas” ou A HISTÓRIA DE FICAR NA HISTÓRIA – ou não, eis a questão? Ficarás?”

Acho que o eléctrico 15 vai para os lados do Palácio de São Bento.

O Pedro não gostava dos senhores que se sentavam no Parlamento. Duzentos e trinta deputados pareciam-lhe um exagero. Como também excessivo toda aquela postura aperaltada dos políticos: o bronzeado, os dentes brancos e a barbinha recortada com destreza de designer. Nós, pessoas, na merda de continuarmos sempre na merda. Saiu da Reboleira no 113 rumo a Belém e não deixou de regar com canela os pastéis quentes . Pediu o café em chávena escaldada e apertou os fechos da mochila laranja antes do 15 para São Bento. A segurança escassa, o treino e o corpo esguio procurando o desvio das câmaras e a mochila que por ali ficou: bem no antro dos “condes das gravatas mortas”. Voltou para mais dois pastéis com canela. À segunda mordidela, as notícias registavam a explosão e a total ausência de suspeito(s). Teria Pedro ficado na História, mesmo como incógnito da História?

- Bom, Pedro... Vou levar-te a casa que já se faz tarde e já bebe…

A minha deliciosa arrogância.

É isto...
Quando o resultado de quase um ano de trabalho se traduz em mais de 5000 visitas a um espaço de quase 5000m2. Quando nesse mesmo espaço se consegue ter os protagonistas dos sectores profissionais que represento. Quando se consegue persuadir um primeiro-ministro a estar presente. Quando se enchem auditórios e se recebe os parabéns de todos. Quando a chefia de Espanha elogia o meu trabalho com vigor musculado, tenho apenas uns tópicos soltos a compartilhar convosco. Até há mais de um ano atrás:1. Raramente tinha recebido um elogio.
2. Trabalhei com muitos incompetentes cheios de mania.
3. Recebi, finalmente, o reconhecimento daquilo que sou: um profissional absolutamente empenhado e 100% eficiente.
E mais isto...
Nunca chegará, provavelmente este post a quem de direito, mas a chegar quero que fique bem explícito o seguinte: 1. Recuperei a minha confiança!
2. Estou mais forte do que nunca!
3. Depressão já não faz parte do meu vocabulário!

Este post é dedicado a quem me despediu sem justa…

O Hip Hop Nacional Sofre de Oligofrenia.

Tirando o Valete e mais um ou dois, o Hip Hop português é uma fantochada!

O que me irrita nos putos do Hip Hop é assumirem a postura de novos Messias. Vêm agora apontar-nos o dedo, isto como fossem donos da razão e portadores de um conhecimento perspicaz e penetrante. Mais ridículo ainda são as suas letras, mais despidas e ordinárias do que a Linda Lovelace no mítico e saudoso Garganta Funda. Acusam-nos de não termos visão e de só eles nos poderem mostrar os novos horizontes da Palavra – tipo os intelectuais do Bloco de Esquerda (atenção que eu gosto tanto dos restantes partidos do Parlamento como de Ovos Escalfados com Ervilhas). Bom, o mais hilariante é que nunca dizem um caralho! Porquê? Basicamente por vários motivos: são mesmo burros, indecisos, frustrados e têm a mania da superioridade. Aposto quatro dedos da mão direita que nenhum destes fulanos teve a preparação básica de um inconformado; ou seja, a leitura da trilogia George Orwell - Aldous Huxley – Alvin Toffler. E ainda aume…