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B.J.P.P.F.F.J.

Foi mágico porque ele funcionou por uma noite. Só por aquela noite. Já viste?

Homo Arrogantis

(1)
Zorze:
Sabes o que faz de mim um dos melhores profissionais deste país?
Colega: É que não faço mesmo ideia?
Zorze: Os pormenores...
(2)
Zorze:
Sabes porque nunca tento cumprir prazos?
Colega: Porquê?
Zorze: Porque os cumpro sempre!
(3)
Zorze:
Além destas duas cenas, não digo assim mais nada giro e com impacto?
Colega: Não!

Zorze psicanalisa-se... - Tomo I

"Já percebi que se deixar de comprar roupa durante 3 anos vou conseguir manter este estilo alternativo, só que ainda mais alternativo aquando da renovação do stock por estar totalmente demodé e, como tal, completamente-altamente-alternativo. Foda-se, sou um génio!"

O meu. O teu.

Balancei-me para ver o teu vestido azul citadino. Consagrei o tempo à análise detalhada de todo o teu movimento. Do meneio das tuas ancas aos curvilíneos pormenores do teu corpo esvoaçante. O sorriso é matreiro e conheço-o: o meu. Suspiro o suficiente para evitar eclodir uma grave doença. Afinal, o jornal de hoje não traz tinta suficiente para me distrair do holograma que permanece na rua: o teu.

NO CHÃO: "Para quando só vai querer ser feliz?"

Olhei para a brochura (não sei se marosca dos biltres da Igreja Universal) pisada e repisada no metro. Das duas uma: ou todos já vivem felizes ou, então, já ninguém acredita na felicidade? Todavia, as expressões de quem viaja na "toupeira" ao cair da cortina laboral são de desistência. Alguém aquecerá a sopa de agriões para o marido-trolha, outro bicho tratará da mãe acamada e ainda outro terá de ir ao centro de saúde atenuar as dores nas cruzes. Sim, vira o disco e toca o mesmo... "Para quando só vamos querer ser felizes?" Excelente pergunta, se bem que mais do que pisada e repisada todo o santo dia!

O metro de Lisboa causa sério e preocupante enfado aos viajantes diários

Canto à chuva num dia de sol...

Pensei que o efeito de alcoolização em que me encontro, pelo menos, 3 vezes por semana, só poderia ser derivado ao consumo um pouco excessivo de álcool. Agora acordar alcoolizado é sinal que já subi mais um lance de escadas na minha progressão intelectual. Hoje, a vida parece-me ainda mais absurdamente divertida. Quero beijar o mundo e contar o "Singing in the Rain" mesmo com estes 24º de temperatura. By the way, o "My Way", do Frank Sinatra, não é de sua autoria, mas sim um original de Claude François, intitulado "Comme d'Habitude".