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Mensagens

Lolitas: amá-las ou fodê-las?

1.
Já Vladimir Nabokov fantasiava com carne fresca em 1955 aquando da sua obra Lolita, adaptada ao cinema, em 1961, pelo "monstruoso" Stanley Kubrick.

2.
E por que razão estou eu, aos 31 anos de idade, pai de um rebendo ultra-amoroso-mimado, a fantasiar com Lolitas? Bem, na verdade não estou! Isto porque vi hoje um clip da Alizée, cantora francesa amadrinhada pela sensualíssima Mylène Farmer - isto, há um bom punhado de anos. Na altura, e com apenas 16 anos (hoje, com 24), a nova estrela da pop quis e assumiu o papel de Lolita pura e dura.



Alizée, mon Dieu, qu'elle est belle!

3.
Em Portugal qual foi a Lolita que tivemos? Hmmm... Sinceramente, só me lembro de Ana Malhoa aos saltos no Buéréré... enfim, foi o que se pôde ter!



Ana Malhoa... bem, quer dizer, enfim...
4.
Ou estou muito enganado ou ninguém, ainda (!), pegou num original de Ana Malhoa e o trabalhou com o devido amor. Alizée, ao invés, com o seu "Moi Lolita", inspirou a versão do músico francês em ascensão: Jul…

Olha o robot.

Com pouco mais de cinco anos de idade, mirei os miúdos a obedecerem cegamente à professora quando esta lhes pediu para construírem robots com caixas de Nestum e outras embalagens de mesmo porte. Pensei para que serviria, afinal, um robot em registo de caixote? Cruzei os braços e recusei-me a tal empreendimento. No final, e a confirmar pela alegria dos meus colegas, perguntei: "Ainda há caixas?" Havia, mas poucas. E com o pouco que ainda sobrava de tais construções megalómanas aos olhos dos olhos pequenos, fiz o meu robot: atrofiado, num esforço por se enquadrar na maquinaria-futurista-alheia. A caminho de casa escondi o meu e recusei-me a mostrá-lo a quem quer que fosse. Os outros putos não! Quanto cheguei ao meu quarto, o robot sobreviveu por poucas horas. Desfi-lo, pois nunca o quis e quando julguei querê-lo, não o tive como deveria tê-lo tido.
Moral da história: Se não gostas de robots não os queiras por perto!

nhumie...

O roupeiro desta gente porta sempre o semblante carregado como a cafeína do café ou o filtro com nicotina. Não teríamos que vestir as mesmas cores, mas a sermos parte deste mundo repleto de perdedores, e àqueles que o são, não lhes desejo sequer vontade de irem às compras este Natal: continuem burrinhos que nem uma porta e a verem a vida com a mesma simplicidade com que se faz um double cheese burguer na McDonalds!
Há pessoas que são tal e qual os hamburgueres