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Mensagens

Nigella(-me)

Não sei quem foi o autor desta pérola, mas agradeço ao Zeza partilha desta indelével citação.

"Em tempos de crise há os que choram e os que vendem lenços de papel"

Com este momento tão bonito, também me aventuro num grande apontamento de minha autoria. Desta feita com uma pergunta existencial:

"Acordar com umaerecção* é um pecado, uma bênção ou um carma masculino?"

* Facto comprovado cientificamente em 74% de espécimes masculinos.

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O meu. O teu.

Balancei-me para ver o teu vestido vermelho citadino. Consagrei o tempo à análise detalhada de todo o teu movimento. Do meneio das tuas ancas aos curvilíneos pormenores do teu corpo esvoaçante. O sorriso é matreiro e conheço-o: o meu. Suspiro o suficiente para evitar eclodir uma grave doença. Afinal, o jornal de hoje não traz tinta suficiente para me distrair do holograma que permanece na rua: o teu.

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Fuck my life!

Isto de um gajo já estar a caminho da idade de Cristo traz coisas porreiras e outras nem tanto. É certo que conto já com duas cicatrizes no corpo, as quais perfazem quase 1o cm juntas, mais 9,7 cm que o tamanho do meu pénis. Mas a coisa boa é de nos sentirmos muito, mas mesmo muito à frente das gerações mais miúdas. Todavia, digo e repito: às vezes dá vontade de ir raptar umas quantas modas de expressão, quer de vestuário ou linguísticas, aos imberbes de chuchas na boca. A melhor delas aprendi com uma rapariga de 18/19 anos, idade em que ainda não se tem apontamentos de estrias e celulite, o que, convenhamos (!), se torna tragicamente monótono. Tinha (e ainda deve ter) como sua assinatura, o belo emprego da frase: Fuck (U) My Live!

Fuck My Live, este vinho é bom!
Fuck My Live, está mesmo frio!
Fuck My Live, a comida está picante!

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Simetria

Há 3 tipos de simetria. A simetria da lógica matemática, a simetria do fracasso e a simetria visionária do génio. Mas agora que penso melhor, há também a simetria de quem quer arrumar melhor o tempo. Ou melhor, a simetria do pária, do lunático. Uma simetria esforçada - confesso, a minha (!) -, por me manter intacto numa das trincheiras do meu cérebro. É que ele, por vezes, vem a abrir fogo desde as minhas mais profundas emoções e deixa luzente-cegante a repetição pouco melódica do acordar para o repasto e repastar para o adormecer. Numa puta-luta constante à minha (tua) procura.

Julgo não ser eu só a perceber o quão visionário é este génio da 3ª simetria.

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O que é feito de si Zorze Zorzinelis?

De mim? É de mim que estão falando? De mim mesmo? Este post é sobre mim? A sério? Que alegria tão linda e tão 'paladosa'. De mim? Uau? O que é feito de mim? É isso o que estão a perguntar? Ai que bom! Ai, sinto-me um Eládio Clímaco a renascer das cinzas. Ai, ai, adeus tristeza! Sou popular, ai que alegria tão demolidora, pá! Obrigado, ai gracias; cum-caneco; coa breca que fico frenético ao sentir o meu 'eu interior' (parafraseando Cláudio Ramos que, note-se (!), está a tentar recuperar de uma paralisia facial provocada por um vírus fodidíssimo) em regozijo!!!

Saudades de ouvir arriscar-se na música como que se a mastigar uma pastilha de absinto na boca.

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1, 2, 3, experiência, som... som...

A inteligência reside no amor. Tem como vizinhos a tolerância e o altruísmo e afasta-se de qualquer extremismo. A esperteza paga a renda e manda vir o gajo da Telepizza. A felicidade morde o queijo derretido, a desilusão lambe a última gota da 6 cerveja de lata. "Ui, parece que tocaram à campanhia... Quem é?", pergunta o corpo embriagado. "É o serviço Telepizza". Hmmm, estranho, pensa... "Mas isso foi há uma hora!" Estranho, muito estranho... "Ah, espere, cum caralho, enganei-me no número sr.Pleasure". "Cum caralho digo eu! Sou o sr. Zorze Zorzinelis, pago os meus impostos e mereço não ser confundido com ninguém, ó caralho!"

Ver e ouvir também: AQUI

Mike Brant ou Moshe Brand ou משה ברנד‎

Pertenceria ao "grupo dos 27" não fosse o facto de ter falhado a primeira tentativa de suicídio. Meses mais tarde, precisamente no dia em que lançava o seu último trabalho, em 25 Abril de 1975, pôs termo à sua vida. Dois saltos para a morte, 250 concertos por ano, israelita, 28 anos de idade, descoberto por Sylvie Vartain em Teerão. Apesar do seu maior sucesso ser "Laisse-Moi T'aimer", onde adaptou a fonética hebraica para chegar ao francês, "A Corps Perdu" é, quando a mim, o grande marco deste músico brilhante. Intérprete de muitas composições de Jacques Revaux, esteve e estará sempre à altura de outros grandes músicos de então como Jacques Brel ou o próprio Michel Sardou.

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