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Quem nada cansa os bracinhos...

O perigo reside no nada. Do nada de ter. Do nada a dar ou a ter que dar. Um tangram ciclónico que varre qualquer cenário para se morrer de nada e do nada para morrer.


Actos - TOMO I

Gostarmos do(a)s amigo(a)s do nosso(a)s amigo(a)s ou companheiro(a)s é, salvo raras excepções, um puro acto de altruísmo.

sobre-o-onol

Foi um conjunto de circunstâncias que levou a que "onol" se escrevesse "anal". É uma situação terrivelmente fodida, sobretudo para quem acredita e apoia o anal sem a vogal "a".

Let's talk about morcelas.

A única cena mais provinciana do que as feiras de chouriço, dos cavalos, dos porcos e da marmelada caseira da avó é o Estoril Open. É lá que encontramos a nata do pedantismo.

Num brevíssimo espaço de 3 minutos - OU - Não me fodam com tempo, por favor!

Quanto mais experiência de vida tenho, mais pareço cometer infantilidades. Infantilidades essas que a meu ver, na hora em que saem desta carcaça de 33 velas, parecem as mais correctas. Confesso: não quero perder mais tempo com coisas que não desejo e estar onde não me apetece estar. Quero tempo para mim e para me dedicar a ausências de redundâncias e ruídos de fundo. Hoje, por exemplo, estava com o miúdo e aparece uma mulher de uma das 938948985945894 associações de protecção de menores, isto depois da vacarrona do Barclays, esse banco que eu simplesmente abomino (longa história), me ter abordado contra a minha vontade (puta do caralho!):

Acto I

Vacarrona do Barclays: "Boa tar..."
Zorze Zorzinelis: "Não suporto o Barclays"

Acto II

Chata do caralho da associação: "Desculpe interromper..."
Zorze Zorzinelis: "Não, não vai interromper!"
Chata do caralho da associação: "Não?!"
Zorze Zorzinelis: "Não! Estou com o meu filho!"
Chata do caralh…