O perigo reside no nada. Do nada de ter. Do nada a dar ou a ter que dar. Um tangram ciclónico que varre qualquer cenário para se morrer de nada e do nada para morrer.
Foi um conjunto de circunstâncias que levou a que "onol" se escrevesse "anal". É uma situação terrivelmente fodida, sobretudo para quem acredita e apoia o anal sem a vogal "a".
A única cena mais provinciana do que as feiras de chouriço, dos cavalos, dos porcos e da marmelada caseira da avó é o Estoril Open. É lá que encontramos a nata do pedantismo.
Apetecia-me dizer tanto sobre o 25 de Abril, mas neste momento tenho de ir lavar a loiça, o chão, dobrar e estender a roupa, tentar arranjar a máquina de lavar para não ter mais despesa e outras coisas afins.