Só-a-fé.

A fé dos nomes. A fé de T-su. De X-y. Vindouros. Outras espécies em Novilíngua. Em transparência de afetos híbridos. Finas folhas de crepes vietnamitas. Bombardeadas pelo silêncio dos órgãos internos à vista dos olhos. Cérebro pojante e de cor pisada. Hiper funcional. Hiper depressivo. Cáustico em desmazelo. Inocente em maldade de já a ser parida. O olhar sem retorno. Retorno cogente e desesperado do nada. O nada. A fé dos nomes. A fé do futuro. A fé, por si só. Isolada. Só. A fé de G-o. De E-y. Jantar à luz de leds. Vitaminas e suplementos. Miúdos robotizados em entradas USB, BSU, SUB e variantes afins sem fim. O caos da morte em vida. O Futuro. A fé morta. Reincarnada, reinventada. Por si. A fé: só! É para viver. Agora. Já. Enquanto há beijo. Enquanto nos esvaímos em sangue, suor, sémen, lágrimas. A fé da vida. A fé do amor. A fé de gostar. Para morrermos no gáudio de não chegarmos lá vivos.

"A fé de G-o. De E-y. Jantar à luz de leds. Vitaminas e suplementos. Miúdos robotizados em entradas USB, BSU, SUB e variantes afins sem fim"

Comentários

  1. Ás vezes nãp percebo, depois percebo e volto a não perceber, ou sim, mas gosto, gosto sempre.

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