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Mensagens

A mostrar mensagens de Janeiro, 2006

Entrevista: Raven Riley, a nova princesa porno!!!

Zorze: Quantos orgamos tem por cada cena?
Raven: Aí uns 14, 15... humm...
Zorze: Está a despir-se?
Raven: Quero levar com ele!
Zorze: Ele quem?
Raven: ZORRRRRRRZE, não aguento MAIS!!!!!!!!!!!!
Zorze: Tudo bem. Telefono para a semana a ver se tem mais disponibilidade para ser entrevistada!

Bela Impala - Atenção: Não confundir com automóveis Impala ou Impala S.A. Editores

Corre para longe de mim. Já tratei das feridas e agora sigo a minha vida. Todavia, esconde-te do perigo... É inevitável que um dia mais tarde te fodas, ó veado velho e senil e mais as putas das tuas crias que a puta da tua mulher pariu!!!

Estou bem mais aliviado. Sigo agora o meu percurso. Fim do epílogo.

(no comments - este foi escrito para meu belprazer)

Nada é tudo!

"Se um homem é livre, quando pensa, quando imagina, quando fantasia, dando existência a coisas que não existem, não há governantes, não há reformador que possa colocar-lhe travões" - Henry David Thoreau

"Não fazer nada é uma actividade interior" - Albert Cossery

Ritinha... o que te fizeram eles, minha bichinha mais querida?!

A tosquia é uma cena tramada!



Tentaram foder a Alienação Zorziana

Tentaram aniquilar a Alienação Zorziana. Depois de sequestrarem o seu mentor, Zorze, eis que não satisfeitos pela humilhação imposta ao próprio, conseguiram sacar-lhe a password do seu blog. Mantiveram-no fechado num rés do chão sem luz, água e comida. Mas ele, o Zorze (!), conseguiu fugir. Ele, o vosso herói, sobreviveu à maldade de um grupo de terroristas, movidos com o único intuito de o foder à grande! Não só foi capaz de aniquilar os filhos da puta como ainda recuperou a sua "casa": a Alienação Zorziana. Até já... O regresso aos posts dar-se-á com mais frequência doravante...

Encarcerado...

Longe da nossa percepção, o ar mal se respira naquele espaço e os olhos da estranha criatura denunciam numa forte obstrução causada pelo stress, pela raiva e ansiedade. Lá fora, a chuva compensa a sua intra-dor, o seu desespero, os seus gritos ensurdecedores. Numa casa hermética onde não se faz luz e as paredes estão impregnadas de humidade, reina o preto, o escuro, a secura. Custa-lhe engolir as pequenas estalactites de saliva que se refastelam na carne viva da sua língua. Mais o consome digerir a mistela envenenada que compõe as suas refeições diárias. Todas elas servidas com um copo de cólera – um não (!), vários! Após ter sido mantido longos e dolorosos anos em cativeiro, apenas e só em contacto consigo próprio, eis que a máquina se encontra devidamente lubrificada para causar o pânico lá fora... entre nós!