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Mensagens

A mostrar mensagens de Dezembro, 2008

(1) Amigo piroso (2) Recordar é viver (3) Não me poupar a ser piroso, também.

(1) Então é assim:

"Não posso ser eu a remar sozinho nesta maré da amizade..." (Zez)

(2)Pior só mesmo:

"Senhor taxista, leve-me ao aeroporto do amor" (Zorze)

(3) A(r) C(ondicionado) no 6º:

Por que há sempre reparações a acontecer nos andares superiores, mesmo sobre as pedras da calçada, um grande abraço fraternal para todos vocês, meus queridos: um excelente Natal!!!

"Mas eu não acredito no Pai Natal..."
A M (P) U (O) O (R) não te ver... -- (R)(O)
"Peço-te: Traz-te por detrás disto tudo que só faz querer chegar ao fim a minha vontade de viver"

mato-a ou mato-o ou mata-nos.

1.
Ela(o): Ninguém te vai amar como eu...
Outra(o): (Sorriso) És presunçosa(o)!
Ela(o): Não, não sou, m(eu)inha parva(o)! E se houver, mato-o(a) "Será que o bem nos faz sofrer por nunca o vermos existir em nós?" (Clã em A Doença do Bem por Manel Cruz) Já agora 2.
MANEL CRUZ (Clica) Anda por aí malta a dizer que tem as raridades dos Ornatos Violeta como se, de facto, fosse um feito próprio de amigos mais chegados da extinta banda. As raridades, meus mui estimados alienados, estão todas disponíveis para "downloadar" no site do Manel Cruz!

Contrasto - OU - Lisboa-Miami-Porto

Fotos: Zorze

Preciso de ajuda! Por amor de dEUS, qual é a cor que escolho?

Votos até ao momento:
Cinzento -
Cinzento escuro - II
Roxo - III
Azul - I
Verde -
Amarelo -
Laranja - II
Vermelho - I
Rosa -X (Não serão contados...)

ya-ya...

Father and Son - OU - Já não posso mais com o sacana do urso!

Se o puto falasse, seria qualquer coisa assim:

(Viagem de carro)

Zorze:Agora vou colocar o The Funny Bird dos Mercury Rev, ok? Rebento:Ouve, dou-te 10 segundos para meteres o cd do Festival do Panda! Zorze:Eh pah, tem calma, ouves agora isto; já tou farto do Ursinho Gummy! Rebento:Olha, se eu não começo a ouvir agora o meu cd infantil, vou gritar... Zorze:Não tens coragem! Rebendo:Buááááá´, arrrrrrg, buáááa´... Zorze:Pronto, pronto, vamos cantar em conjunto: "Eu sou o Ursinho Gummy, sou eu o Ursinho Gummy, eu sou um doce, muito, doce, sou eu, o Ursinho Gummy; goma a mexer, sou eu o Ursinho Gummy, sempre a sorrir e a divertir, sou eu, o Ursinho Gummy..." Rebendo:Ah bom, assim está melhor! Se queres, ouves os teus cd's de merda no trabalho!

Lolitas: amá-las ou fodê-las?

1.
Já Vladimir Nabokov fantasiava com carne fresca em 1955 aquando da sua obra Lolita, adaptada ao cinema, em 1961, pelo "monstruoso" Stanley Kubrick.

2.
E por que razão estou eu, aos 31 anos de idade, pai de um rebendo ultra-amoroso-mimado, a fantasiar com Lolitas? Bem, na verdade não estou! Isto porque vi hoje um clip da Alizée, cantora francesa amadrinhada pela sensualíssima Mylène Farmer - isto, há um bom punhado de anos. Na altura, e com apenas 16 anos (hoje, com 24), a nova estrela da pop quis e assumiu o papel de Lolita pura e dura.



Alizée, mon Dieu, qu'elle est belle!

3.
Em Portugal qual foi a Lolita que tivemos? Hmmm... Sinceramente, só me lembro de Ana Malhoa aos saltos no Buéréré... enfim, foi o que se pôde ter!



Ana Malhoa... bem, quer dizer, enfim...
4.
Ou estou muito enganado ou ninguém, ainda (!), pegou num original de Ana Malhoa e o trabalhou com o devido amor. Alizée, ao invés, com o seu "Moi Lolita", inspirou a versão do músico francês em ascensão: Jul…

Olha o robot.

Com pouco mais de cinco anos de idade, mirei os miúdos a obedecerem cegamente à professora quando esta lhes pediu para construírem robots com caixas de Nestum e outras embalagens de mesmo porte. Pensei para que serviria, afinal, um robot em registo de caixote? Cruzei os braços e recusei-me a tal empreendimento. No final, e a confirmar pela alegria dos meus colegas, perguntei: "Ainda há caixas?" Havia, mas poucas. E com o pouco que ainda sobrava de tais construções megalómanas aos olhos dos olhos pequenos, fiz o meu robot: atrofiado, num esforço por se enquadrar na maquinaria-futurista-alheia. A caminho de casa escondi o meu e recusei-me a mostrá-lo a quem quer que fosse. Os outros putos não! Quanto cheguei ao meu quarto, o robot sobreviveu por poucas horas. Desfi-lo, pois nunca o quis e quando julguei querê-lo, não o tive como deveria tê-lo tido.
Moral da história: Se não gostas de robots não os queiras por perto!