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Mensagens

A mostrar mensagens de Fevereiro, 2006

Aos imbecis que conheço!

Na minha opinião, não há meio de avaliar a inteligência; inteligência (!?), o que é, afinal? Quanto a mim, é tudo aquilo que vai no sentido contrário dos imbecis que conheço! Aqueles que desconhecem ou não usam a Inteligência Emocional: a capacidade de perceber e exprimir a emoção, assimilá-la ao pensamento, compreender e raciocinar com ela, e saber regulá-la em si próprio e nos outros. Não são apenas os livros ou tudo aquilo que convencionámos ser cultura. São os abraços, os mimos, os elogios; é o gostar de alguém e permitir que esse alguém também goste de nós.

Este cérebro iluminado tem uma dica importante para os cabeçudos...

Abel Xavier:

"O Benfica não pode entrar 'ofórico' em campo..."

P.S. - Tudo bem, seja lá o que isso for!?

Sonhos e rissóis de camarão

Sonhos só os tenho acordado. A dormir confesso que estes me visitam com menos frequência. Apesar da idade me ir hibernando a genica sonhadora, dei por mim a pensar com optimismo numa ideia que me poderia deslocar do meu tédio...

Vou tocar em casamentos e baptizados!... e, talvez, fazer uns rissóis para fora!

14 de Fevereiro... Sejam coelhinhos fornicadores!

(The Fourth Body, Roy Stuart)

A minha mochila atrás das costas

Há episódios curiosos na vida de um indivíduo. Vendo bem as coisas, e sem querer ridicularizar-me - o que não é, de todo, difícil -, lembro-me que na minha puberdade/adolescência andava sempre à procura da minha mochila; isto, vezes e vezes sem conta! Na maior parte das minhas distracções, ela encontrava-se sempre no seu devido lugar: assente nas minhas costas! Por incrível que pareça, nunca dava por ela.

A experência de vida acabaria por resolver o meu problema...

Usar mochilas de tiracolo não teve a ver com uma questão de estética, mas sim de sobrevivência e credibilidade!

Estalo esbranquiçado

Olha-me nos olhos. Vermelho sangue, cor de erva. Estalo esbranquiçado. Beijas-me os lábios. Rasgados, expansivos. São carências camufladas. Vício brando, delicioso. Sente-me nas palavras. Versáteis, cruas, atordoadas. São minhas e tuas. Emendo distorcido de uma vida. Meneios habituais compõem a minha refeição. Sou o que fumo. Semente pura, ressequida!

A busca.

Perco o tempo na correria da busca. Cada esquina; cada café, hotel, hospital. Noite e dia. Um lugar por uma ideia. Talvez umas quantas linhas. Procurei-te e então? Em que olhar te depositaste, em que meneio castiço de ancas, de oratória ou de tascas te escondeste? Noutro lugar que não a desgraça e a vida carregada com o peso da cruz?! Procuro-te. Compõe-me; compõe a obra...