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Mensagens

A mostrar mensagens de Julho, 2008

Dúvida farejante.

No domingo bateu-lhe com a bÍBLIA mas não lhe causou mossa. No dia seguinte matou-a com um golpe de "Português Suave" nos rins. E a propósito da mui talentosa escritora portuguesa Margarida Rebelo Pinto, a grande questão que se coloca hoje, neste belíssimo blog, escrito por um jovem de 30 anos bastante inteligente e com muito bom ar, é saber se, tal como diz um grande amigo meu, as betas cheiram mal ou não da cona? Se isto fosse um teste de cruzinhas numa qualquer revista cor-de-rosa, calculo que seria, mais ou menos assim: RESPONDA - (a) Sim, tive uma namorada beta e cheirava mal da cona (b) Não, mas comi uma gótica que cheirava lindamente da cona (c) Não comi nenhuma e nem quero experimentar uma beta-cona (d) Betas, só as fodo forte e feio no cu! (e) Outro.

Na minha quase vontade...

Quase cinco horas para fazer análises para uma operação que quase se adivinha. Quase uma relação que se esvanece para outros atrofios que quase regressam de mala cheia. Quase a minha presença que mais perto fica de ficar longe. Quase uma vontade enorme de mandar tudo para as urtigas. Quase vencido, foi então que o meu lado positivo voltou a adiantar-se no marcador com este tema recheado de esperança: Keb Mo - More Than One Way Home.

Última solicitação para o Prémio Imitação do Ceguinho... vai uma, vão duas e vão três; vendida ao senhor atrofiado ali do fundo, El Mariachi Diaz

Foi boquiaberto que assisti à melhor reprodução escrita do mais bem dotado percussionista cego da Linha Azul do Metropolitano de Lisboa.

Ora e eu agradeço CABLANG PIM PIM PIM
A quem tenha a bondade PIM PAM PUM CABLANG
Ou a possibilidade PAM PAM CATABANG
De me auxiliar PIM PAM PIM CATCHAM

(numa das minhas caixas de comentários por El Mariachi Diaz...)

Os 10 Novos Mandamentos do Messias Português.

Há um par de dias, dEUS escreveu um novo decálogo para Portugal e entregou-o ao tonhó do Tó-Jó. Moisés, recordemo-nos, ainda se encontra a recuperar da sua hérnia inguinal! O cenário escolhido não foi o habitual Monte Sinai, mas sim a estação de comboios da Portela, em Sintra. Aí, o novo e empenhado Messias, Jó-Tó para os amigos, trolha numa obra em Sacavém, leu, enfim, os novos dez mandamentos:
1. Não terás outros ídolos que não os pedantes do socialite!
2. Não tomarás o nome de qualquer inútil do jetset em vão!
3. Trabalharás e não condenarás quem sobe na horizontal ou por lobby!
4. Verás as novelas da TVI e amarás sem relutância os argumentos-cliché!
5. Acreditarás que Ricardo Carriço não é, de todo, um canastrão!
6. Comprarás revistas do social e saberás as últimas da já entradota Cinha!
7. Não assassinarás aberrações como o José Castelo Branco ou Herman José!
8. Nunca denunciarás quem são os famosos que metem branca!
9. Deixarás que os políticos te mintam e acreditarás que faz sentido vot…

Ainda o atropelamento de Abel Dias: Tese de Zorze Holmes.

Ninguém me tira da mente que Abel Dias foi atropelado por um fotógrafo em condições, o qual ao avistar o "devorador" de frontespícios "jetsetianos" a contar os trocos que lhe tinham sobrado da pastelaria com mão direita, a fotografar um pardal com a mão esquerda e a fazer zoom com a boca cheia de migalhas, decidiu passar-lhe por cima com a sua Toyota Hiace e salvaguardar a dignidade de uma vida a fotografar casamentos, batizados e, quiçá, lindas cerimónias religiosas. Atendendo à gravidade do impacto sobre o anafado e luzidio homem ao serviço dos famosos-pedantes-papa-lobbies, desconfio que tenha sido uma destas três criaturas: (1) Crescêncio Carapeta, do estúdio "Fotosonho Ermesinde" (2) Lino Margalho, do laboratório "Estrela da Imagem" ou (3) Albano Sousa, do Estúdio "O Olho de Chaves".

Tenho uma notícia... não sei se é boa ou má (?!)...

(Zorze ) - Então?
(Zez) - O Abel Dias foi atropleado...
(Zorze) - (Gargalhada, mas cara de choque...) Não acredito...
(Zez) - Tudo aconteceu quando vinha da pastelaria...
(Zorze) - (Gargalhada!)...
(Zez) - ... parou na estrada para contabilizar as moedas que tinha gasto a tomar o pequeno-almoço e um carro passou-o a ferro.
(Zorze) - Mas morreu?!
(Zez) - Parece que tem alta no Sábado.
(Zorze) - Foda-se, realmente não sei se é mesmo uma boa ou má notícia!?

Outrora, o amor circulante.

Entre as chávenas de café e as beatas espalhadas na mesa daquele bar, circulávamos a ganza, a poesia e a música até à irresponsabilidade das horas. Quando te vi no meio de tanto fumo, no teu fato macaco e com meneios de maria-rapaz, o meu coração saiu disparado do peito e caiu em convulsão nas tuas mãos. Quis tirar-te daquele antro de boémia e estender-me contigo num descampado verdejante. E, numa toalha vermelha axadrezada, rejubilar-me ao acarinhar a tua gula com os meus frutos silvestres.

B.J.P.P.F.F.J.

Foi mágico porque ele funcionou por uma noite. Só por aquela noite. Já viste?

Homo Arrogantis

(1)
Zorze:
Sabes o que faz de mim um dos melhores profissionais deste país?
Colega: É que não faço mesmo ideia?
Zorze: Os pormenores...
(2)
Zorze:
Sabes porque nunca tento cumprir prazos?
Colega: Porquê?
Zorze: Porque os cumpro sempre!
(3)
Zorze:
Além destas duas cenas, não digo assim mais nada giro e com impacto?
Colega: Não!

Zorze psicanalisa-se... - Tomo I

"Já percebi que se deixar de comprar roupa durante 3 anos vou conseguir manter este estilo alternativo, só que ainda mais alternativo aquando da renovação do stock por estar totalmente demodé e, como tal, completamente-altamente-alternativo. Foda-se, sou um génio!"

O meu. O teu.

Balancei-me para ver o teu vestido azul citadino. Consagrei o tempo à análise detalhada de todo o teu movimento. Do meneio das tuas ancas aos curvilíneos pormenores do teu corpo esvoaçante. O sorriso é matreiro e conheço-o: o meu. Suspiro o suficiente para evitar eclodir uma grave doença. Afinal, o jornal de hoje não traz tinta suficiente para me distrair do holograma que permanece na rua: o teu.

NO CHÃO: "Para quando só vai querer ser feliz?"

Olhei para a brochura (não sei se marosca dos biltres da Igreja Universal) pisada e repisada no metro. Das duas uma: ou todos já vivem felizes ou, então, já ninguém acredita na felicidade? Todavia, as expressões de quem viaja na "toupeira" ao cair da cortina laboral são de desistência. Alguém aquecerá a sopa de agriões para o marido-trolha, outro bicho tratará da mãe acamada e ainda outro terá de ir ao centro de saúde atenuar as dores nas cruzes. Sim, vira o disco e toca o mesmo... "Para quando só vamos querer ser felizes?" Excelente pergunta, se bem que mais do que pisada e repisada todo o santo dia!

O metro de Lisboa causa sério e preocupante enfado aos viajantes diários

Canto à chuva num dia de sol...

Pensei que o efeito de alcoolização em que me encontro, pelo menos, 3 vezes por semana, só poderia ser derivado ao consumo um pouco excessivo de álcool. Agora acordar alcoolizado é sinal que já subi mais um lance de escadas na minha progressão intelectual. Hoje, a vida parece-me ainda mais absurdamente divertida. Quero beijar o mundo e contar o "Singing in the Rain" mesmo com estes 24º de temperatura. By the way, o "My Way", do Frank Sinatra, não é de sua autoria, mas sim um original de Claude François, intitulado "Comme d'Habitude".

1996: A minha maior(-)idade

São apenas três dos muitos álbuns que me ajudaram a subir mais uns lances de escada. Não existiam ainda os Artic Monkeys, os Franz Ferdinand, as Amy Winehouse, os The Strokes ou os The National e por aí fora... Sim, não se ouvia falar destes "músicos-cool-muita-alternativos" (não quer dizer que sejam maus, mas não cedo à urgência de ser "bom ouvinte" para ser aceite pelas tribos urbanas). Ouço o que me apetece ouvir!

Em 1996, aquando dos meus 18 anos, os Placebo lançaram o primeiro álbum homónimo. Com um som cru, quase de garagem e sem recursos a pós-produções megalómanas, ainda me lembro dos entendidos insinuarem que esta seria a última grande banda do final de século. Boys For Pele, da Tori Amos, é, seguramente, o melhor álbum da sua carreira. Com uma sonoplastia invulgar, é um álbum que tem tanto de misterioso como de genial. Por último, a melhor banda sonora para qualquer fumador de ganzas que se leve a sério: Tricky!

Agora vejamos os efeitos do preconceito estú…