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Mensagens

A mostrar mensagens de Janeiro, 2008

Blogging is a losing game.

* Obrigado, desculpem, desculpa (*)…

A Amy sussurra-me agora ao ouvido estas palavras, enquanto me passa a mortalha enrolada ao mel atordoante. De facto, caros amigos alienados, nesta balança de três anos, onde figuram mais de 350 posts e 50 mil visitas, julgo – apesar dos excelentes momentos! - já ter ferido as minhas armações intraderme o suficiente. A tal ponto que, agora, e numa altura exigente da minha vida, só mesmo me entendendo como insensível poderia lambê-las em busca do poder curativo. As feridas abertas ficam, moem, secam, cicatrizam e moem por ficar, mesmo secas. Em aberto fica também este meu espaço para amanhã. Agora, se me permitem, não aguento mais o peso da cruz nas cruzes: vou mesmo só descansar um pouquinho...

Putas.

Se não tivesse a puta da tara da simetria, a esta hora não seria apenas um pouco de nada melhor do que a maioria dos bichos em meia dúzia de merdas. Seria uma pérola reluzente numa delas! Só que também penso: - Para quê tanto esforço inglório? Deixa-me, mas é(!), arrumar as ideias simetricamente e ser apenas uma presa ágil em fuga da fraude que, bem sabemos, não é mais do que o mundo que nos vê sem os nossos olhos (foda-se, ora aí está a Dica da Semana, sem novilho e iorgurtes russos na primeira página!). O pior é que continuarei a usar tempo extra e desnecessário em tarefas inúteis como, por exemplo, arrumar o automóvel de forma categórica em qualquer parque da cidade - isto, para que apareça um qualquer filho da puta e nos desfaça um vidro para nos caçar o autorádio ou que uma vaca de uma gorda nos faça uma mossa na porta do carro ao tentar colocar as suas nádegas voluptuosas e "infornicáveis" fora da sua viatura. Porra (!!!), puta que pariu as simetrias e assimetrias da v…

Medidor.

Um pequeno e muito singelo medidor de oxigenação no meu cérebro determina o quão feliz ou triste estou; desgostoso ou em feroz prazer; odioso-pronto-para-a-bulha ou pacífico; aos meus pulmões que puxam o ar de todos, deposito-lhes a confiança de anularem o fabrico de uma poderosa bomba de desfragmentação cerebral. Salvo-me a mim e aos que circulam nas minhas veias extenuadas de tanto terem querido respirar.

A nossa carne por detrás da nossa pele...

Se não fosse a pele, a nossa carne seria retalhada aos bichos. Desprotegida, em posição fetal, com um holofote quente a incidir no desgaste dos seus nervos e músculos. Crestando, tisnando e amolecendo. Servida e ingerida sem deguste.

(1) Interlúdio intimista (2) Um post que se encontra entre o humor dos Malucos do Riso II - OU - O que seria a Graxa Zorziana em tempos de escola?

(1)
Entendo-te num abraço de calor e só olharei doravante o teu melhor perfil. Os dois olhos não cegaram com os seis mil graus do centro da terra que nos ferveram os pés.
(2)
Professor: Meninho Zezinho, qual é o homem que mais admira?
Zezinho: O Pai Natal! Traz-nos prendas fixes.
Professor: E o menino Carlinhos?
Carlinhos: O Quaresma: marca cada golo em trivela!
Professor: E o menino Zorzinho?
Zorzinho: O professor! Graças a si, podemos hoje dizer que o futuro se apresenta como um campo para semearmos os nossos sonhos.
Professor: Muito obrigado, Zorzinho!
Zorzinho: Eu é que agradeço a sua dedicação e entrega! Bravo professor!

Um post que se encontra entre o humor dos Malucos do Riso e uma conversa de gajos com aptidão para o álcool diverso.

Professora: Meninho Zezinho, qual é a mulher que mais admira?
Zezinho: A Maria Barroso, pelo trabalho exepcional que desenvolveu na Cruz Vermelha, antes do biltre do Paulo Portas ter-lhe pregado uma rasteira na bengala de osso de elefante.
Professora: E o menino Carlinhos?
Carlinhos: A minha querida e muito amada avó, pela sua imensa coragem de vida e dedicação total à família.
Professora: E o menino Zorzinho?
Zorzinho: A Melissa Midwest, que conseguiu passar do softcore para o hardcore, tendo calado muitas vozes cépticas ao executar orais intensivos com retenção de sémen.

(Não me apetece dar um título a esta merda)

O meu avô materno, criatura mui respeitada na família e na terra pequena, era pessoa de se fiar. Julgo nunca ter mentido, mesmo quando nos contou a noite em que viu uma mulher-espírito à sua frente. Lembrei-me dele esta manhã, quando tudo me pareceu diferente a caminho do trabalho. Estranho, tudo muito estranho: a lua fugidia, menos movimento, menos viaturas, menos luz, menos pessoas e, afinal de contas, menos uma hora.

* Sim, acertei mal as horas do telemóvel ontem à noite e lembrei-me, pertinentemente, deste meu desaire temporal entre o trago do café da esquina e a página 8 do jornal diário.

Ala-que-vem-bala - OU - Nem nem sempre o correcto é o mais acertado - OU - O gigante Golias - OU - "Puta que pariu a PSP!"

Há uns anos valentes (13, 14 anos...)

O Alexandre tinha pouco mais de 1,65m de altura, mas garanto-vos que era portador de uma grande atitude. Quando um dread de 1,92m lhe barrou a passagem para a casa de banho, aquando de um festival de actividades no Cacém, onde nunca fui feliz, ele disse exactamente o que eu diria: "Então, caralho (!), comé?!" Mas nem sempre o correcto é o mais acertado: levou vários "punhos" na cara e pontapés nas costelas até ficar quase imobilizado. Só que, muito ao estilo de quem se digna em esfolar os joelhos para cumprir promessas na santa localidade-embuste, lá apareceu ele, sobrando-lhe o dedo para apontar na direcção do filho da puta. Todos nós corremos para “malhar” naquele boi imponente. O irmão mais velho do Alex, o Lula, a quem a minha mãe erradamente chamava de Polvo (acho que foram influências da Máfia), foi quem tomou a dianteira para garantir o bilhete para esse grande espectáculo, Não Mexer os Bracinhos por Ser Sovado Até à Mort…

Olhei-me em 1993 e olhámo-nos, em 2008, para 1993 - OU - Os nossos anjos da guarda.

* Este post é dedicado à C.D.L.

A mamã ofereceu-me umas gravações de família feitas em 1993: tinha apenas 16 anos e o suporte da minha cabeça atrofiada era efectuado por um corpo absolutamente esguio. Ainda há poucos dias, falava com uma amiga sobre o que tínhamos "avariado" nessa idade. Tal como eu, adivinhe-se (!), muitas e outras asneiras já meias enterradas na consciência da nossa inconsciência. Mas delas ficámos com a noção que foram o motor de embarque para a sorte que teríamos nos anos vindouros (ou a ausência da mesma, mas talvez noutros episódios menos significantes), se bem que, por alguma razão, acabámos sempre por nos safar intactos e hoje, já com os "intas", parecemos estar bem mais arrumados. Valeu-nos sempre o evitar das tragédias. A ti, naquela noite onde erradamente irias incorrer, e, a mim, correr no limite do tempo ao embate daquele pesado comboio: as flâmulas brancas iluminadas dos anjos da guarda do nosso bem querer - já reparaste?! Mais outras …

(1) (2) (3)

(1)"em-me"
No desânimo dos meus braços outrora candentes, caio no enfermidade de não saber soletrar-me em voz.
(2)Reciclar a merda do futebol com trocadinhos Depois de: "Róis as unhas? O Van ristelroy!", eis que surge a sequela. A registar, "Lês a Bíblia? O Makelele".
(3)Iutubi...
COLD WAR KIDS - Hospital Beds

Muito "Toxic" para os maldizentes da Pussy-Spears.

Ver o que esta senhora (tão comestível... ai jESUS) fez ao Toxic da Britney Spears é como ver a Ludivine Sagnier foder bonito, forte e feio com o Alberto João Jardim. "Ah e tal, é a Britney que canta e, por isso, a música não vale um caralho" ou coisas do género. Vejam lá se o Brett Anderson se armou em esquisito para cantar o Beautiful da Christina Aguilera. Dou-vos a mostra do que vos falo tão apaixonadamente:

"ASAE-mos"

O presidente da ASAE, uma das autoridades que vai fiscalizar a aplicação da nova lei do tabaco, foi fotografado pelo Diário de Notícias a fumar uma cigarilha no Casino do Estoril, na madrugada de 1 de Janeiro, quando a nova legislação já tinha entrado em vigor. António Nunes explicou que a nova lei «não proíbe expressamente o tabaco nos casinos e salas de jogos, justificando a existência de um conflito de interesses com a lei do jogo, que, contudo, não faz referências ao consumo de tabaco.
(Fonte TSF)

Este continua a ser um país de brandos costumes. É por estas merdas que a Nação Portugal, representada por mais de duas dezenas de indivíduos sem capacidade resolutiva para os nossos problemas de há colhões de tempo, nunca terá o respeito de quem tem e ainda acredita em alguns valores morais!