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À Negrita.

Redescobri o prazer de ganhar bolhas nos dedos. Apesar de só ter dois pickups a funcionar, moi-mêmme e a minha Negrita (se o BB King baptizou a sua guitarra de Lucille também tenho direito) lá nos fomos juntar, de novo, à banda. Cinco anos sem que lhe tenha tocado, alguma vez numa relação seca e esgotada, mas agora está aqui ao meu colo a recuperar o tempo perdido.

As minhas dívidas são as sentimentais. Evito quaisquer prestações de amor. Sozinho com as minhas vogais. Vivo a vida consoante a dor.

AQUI *

* Podia ser um post de homenagem, mas a verdade é que já estou à procura de substituta para a Negrita na Internet.

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