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Contra-argumentação - Tomo I


Madre Teresa de Calcutá: a beatificação do amor-próprio?

Se todo o amor é amor-próprio, como é que Friedrich Nietzsche explicaria a existência de uma mulher como Agnes Gonxha Bojaxhiu? Sempre me soou perversa esta teoria, se bem que a entendo muito bem hoje. Quanto maior for a quantidade de amor "oferecido" às pessoas que nos rodeiam, maior é a nossa falta de auto-estima e assim se explica a necessidade de retorno de afectos para solucionar a carência de amor-próprio.

Comentários

  1. Por muito fria essa verdade, acredito nela. Mas envergonho-me disso mesmo

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  2. essa do "maior é a nossa falta de auto-estima" prefiro pensar q não é assim... mas se calhar sou eu q sou ingenua...
    mas voltarei para dissertar este post, alias vou abrir uma tertulia acerca do tema...
    portanto (actualizar a lista de presentes) o zeus, check...
    capitão? ainda não chegou...
    mna claudette vem mais logo...
    1entre1000's, check
    zorze, check (tb pode entrar que temos cadeira para si...
    o paulo, há um paulo por estas bandas correcto? deve vir depois de almoço...
    por agora é tudo voltarei...

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  3. ... check, mas só para uma rapidinha.
    pois eu não concordo lá muito com esta análise amoroso-zorziana...

    quem disse que o amor é um "jogo soma zero"? aquilo que se dá perde-se em (por) nós??? pode ganhar-se e mesmo sem esse retorno dos outros!!

    isto parece conversa de missionário, mas não é.

    e consta que a irmã anxa bonxa não sei quê (madre teresa, pá... q mania de complicar!!), no estertor, teve as suas dúvidas existenciais... nisso, o exemplo foi feliz.

    voltarei mais tarde para ler a ata da tertúlia.

    abraços.

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  4. (ora a actualizar- capitão - check! - imprimir certificado de presença)
    pois que consta bem capitão que eu própria tb me chegou ao conhecimento que é verdade isso das dúvidas e das questões psicosomáticas por parte da irmã... isto é tudo muito interessante na teoria meus caros mas depois na pratica não é bem assim...
    mas tb não podemos esquecer que estamos a basear o tema desta tertulia numa frase de Nietzsche... e este senhor sabem como é um negativista de primeira ordem...
    voltarei...

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  5. ah!!!!

    por isso é que me consideram uma cabrão filho da puta insensível e egoísta!!!!

    estou cheio de auto-estima!

    ResponderEliminar
  6. Lolada - muito bom, Ivan!!!

    ResponderEliminar
  7. ora portantuuuusssssss mno Ivan tem q preencher o formulario de participante... e não sei se não irá receber por ctt uma multa por uso de impropérios vocabulares...
    mas isso depois a administração decide...

    se bem q captou a essência do tema!

    ResponderEliminar
  8. Não concordo! Cambada de narcizistas...

    E tu, Mno Ivan, tens a mania, masé! Vê lá se eu não te dou amor de borla e às vezes de graça...

    ResponderEliminar
  9. Eu acho que quanto mais amor dás aos outros mais recebes. É uma coisa kármica, a modos que... mais ou menos isso...

    A excepção reside nas mulheres das nossas vidas. Quanto mais amor lhes dás, maior é a escalada de poder no que respeita a exigências...

    ResponderEliminar
  10. Meu caro zorze. não acho que o amor que oferecemos aos outros seja na forma inversa da nossa auto-estima. Acredito é que muito daquilo que fazemos pelos outros nos aumenta a auto-estima o que é um bocado diferente.

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