terça-feira

Que cena a do Senna – OU – A Senna de ontem

Ontem, aquando da execução dos meus 250 abdominais – hoje serão 450, se dEUS quiser -, o meu instrutor falou-me no processamento mental. No início, pensei que seria uma daquelas conversas do “fala-para-aí-que-eu-faço-de-conta-que-te-ouço”. Curiosamente, não foi! Disse-me que quanto mais rápido for o nosso processador, mais tempo temos que o tempo real. Isto vem explicar a queda que dei há uns bons anos de um 1º andar, onde vi toda a minha vida passar numa sequência de slides. Aí, o processador acelerou de tal forma que tive todo o tempo do mundo para mirar os capítulos da minha existência. Seleccionei, inclusivamente, as 10 melhores quecas… esperem um pouco, mas eu só tinha 12 anos nessa altura e só me masturbava a pensar na Debra Winger e na sua voz rouca. Mais: o homem dos músculos exorbitantes disse-me que no Estoril, o Ayrton Senna teve tempo para perceber a presença de um amigo numa chicane que fez a alta velocidade. Foi por isso que sublinhou em início de conversa: “Que cena a do Senna”. “Como assim?”, perguntei. “Bem…”, respondeu, “Zorze, deixe-me, então, falar-lhe um pouco de processamento mental”. “Processamento mental? Como assim?”

3 comentários:

  1. Acho a Liv Tyler mais bonita...

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  2. Deixa de merdas e faz mas é os abdominais. Este gajo tem uma cá uma lábia, processamento mental, não será antes processamento muscular?

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  3. Nunca lhes vi os pés... não posso dizer nada.

    Já a Chloë Savigny é outra história! Também não lhe vi os pés, mas vi o seu desempenho oral no Brown Bunny, pelo que... arriscava um tímido "descalça-te lá, vá, môr"!

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