terça-feira

1996: A minha maior(-)idade

São apenas três dos muitos álbuns que me ajudaram a subir mais uns lances de escada. Não existiam ainda os Artic Monkeys, os Franz Ferdinand, as Amy Winehouse, os The Strokes ou os The National e por aí fora... Sim, não se ouvia falar destes "músicos-cool-muita-alternativos" (não quer dizer que sejam maus, mas não cedo à urgência de ser "bom ouvinte" para ser aceite pelas tribos urbanas). Ouço o que me apetece ouvir!



Em 1996, aquando dos meus 18 anos, os Placebo lançaram o primeiro álbum homónimo. Com um som cru, quase de garagem e sem recursos a pós-produções megalómanas, ainda me lembro dos entendidos insinuarem que esta seria a última grande banda do final de século. Boys For Pele, da Tori Amos, é, seguramente, o melhor álbum da sua carreira. Com uma sonoplastia invulgar, é um álbum que tem tanto de misterioso como de genial. Por último, a melhor banda sonora para qualquer fumador de ganzas que se leve a sério: Tricky!

Agora vejamos os efeitos do preconceito estúpido que se instalou na cabeça de muitos nesta viragem de século - ai o medo de não ser cool... Placebo ("ah e tal, é muito mainstream"), Tori Amos ("ah e tal, está velha e pirosa") e Tricky ("ah e tal, já não morreu com uma overdose?"): o que valem hoje? Merda?

6 comentários:

  1. a isto, entre outras coisas, eu chamo educação auricular!

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  2. ou auditiva como lhe quiserem chamar... mas como tb provavelmente é um conceito q não existe, que fui eu q inventei posso chama-lo como quiser!

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  3. Miles, és tão gira, mas tão gira, pá *****

    :)

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  4. ólha... já tens o ultimo albúm do tricky? já? já?. eu já.


    (a tori amos é chatinha.....)

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  5. Esquece lá a Amy e ouve masé Sharon Jones & The Dap Kings

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  6. óh Rosa não chames chata a tori pa... gosto dela!

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