quinta-feira

... diz o Manel, enquanto lavo o repasto nas loiças cá de casa, Ninguém é Quem Queria Ser e Eu Queria Ser Ninguém. "Uau...", esqueci-me então daquele tacho queimado e na pujança de braços que me iria exigir. Sim, ninguém ao ver agora os meus brinquedos esquecidos no quarto do meu míudo. Ninguém por topar a inocência e a esperança nos olhos dele. Ninguém por não saber amá-lo mais do que é possível a um pai amar no seu amor descoordenado pelo seu rebento. Ninguém é quem queria ser e eu não queria ser mais do que ninguém. Fogo, Manel, tens razão.



Ninguém é quem queria ser.

3 comentários:

  1. ..que lindo el poder comprender ciertos amores, que solo los padres puedes llegar a comprender.
    *y*

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  2. És parvo!
    Freaky

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